Olá amigos! Hoje temos um assunto muito sério para tratar a respeito do Reserva Solare.
Essa matéria é especial para você que não conhece a região do Vila Lage, e é algo que, com certeza, não te contaram quando estava fechando o contrato.
O empreendimento Reserva Solare, que está sendo construído pela MRV Engenharia, abriga uma área de 41.153,67 m² que estava localizado a empresa ElectroVidro S/A, uma fábrica de vidros.
Como antes pertencia a uma indústria, existia a possibilidade de haver danos ao solo, e aos lencóis freáticos que cortam a região.
E existe junto ao INEA, Institudo Estadual do Ambiente, orgão do Governo do Estado um processo para licenciamento ambiental da obra.
Segundo o processo no quais os clientes têm acesso junto ao INEA, existem fontes de contaminação no lençol freático, principalmente nas áreas de lançamento 3,4 e 5 - como na matéria anteriormente feita pelo blogueiro Nomes dos Condomínios, os empreendimentos mais afetados serão, respectivamente, Parque Sol da Enseada, Parque Sol do Porto, Parque Sol do Litoral, por componentes químicos derivados de processamento da matéria prima e de laboratório de controle de qualidade da antiga indústria, com componentes como por exemplo: óleo BPF - utilizado no aquecimento de caldeiras, e arsênio.
Segundo a própria MRV que fez um comunicado à seus clientes, foi assinado junto ao Ministério Público um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) onde a construtora se compromete a cumprir todas as exigências ambientais e fiscais para que o empreendimento fosse viabilizado. Tudo isso ocorreu em ainda em 2016, quando foram obtidas licenças para Recuperação Ambiental para a MRV.
Dentro do mesmo laudo do processo, já existe um Plano para Recuperação definido com algumas determinações.
A primeira e principal é: a construção não pode iniciar sem a recuperação realizada. Já tem alguns cronogramas para isso (para o Parque Sol da Guanabara, uma das áreas menos afetadas e o primeiro empreendimento, a previsão é de 1 ano a partir do ano passado, provavalmente começando a construção ainda em alguns meses a partir da data desse post).
Essa matéria é especial para você que não conhece a região do Vila Lage, e é algo que, com certeza, não te contaram quando estava fechando o contrato.
O empreendimento Reserva Solare, que está sendo construído pela MRV Engenharia, abriga uma área de 41.153,67 m² que estava localizado a empresa ElectroVidro S/A, uma fábrica de vidros.
Como antes pertencia a uma indústria, existia a possibilidade de haver danos ao solo, e aos lencóis freáticos que cortam a região.
E existe junto ao INEA, Institudo Estadual do Ambiente, orgão do Governo do Estado um processo para licenciamento ambiental da obra.
Segundo o processo no quais os clientes têm acesso junto ao INEA, existem fontes de contaminação no lençol freático, principalmente nas áreas de lançamento 3,4 e 5 - como na matéria anteriormente feita pelo blogueiro Nomes dos Condomínios, os empreendimentos mais afetados serão, respectivamente, Parque Sol da Enseada, Parque Sol do Porto, Parque Sol do Litoral, por componentes químicos derivados de processamento da matéria prima e de laboratório de controle de qualidade da antiga indústria, com componentes como por exemplo: óleo BPF - utilizado no aquecimento de caldeiras, e arsênio.
Segundo a própria MRV que fez um comunicado à seus clientes, foi assinado junto ao Ministério Público um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) onde a construtora se compromete a cumprir todas as exigências ambientais e fiscais para que o empreendimento fosse viabilizado. Tudo isso ocorreu em ainda em 2016, quando foram obtidas licenças para Recuperação Ambiental para a MRV.
Dentro do mesmo laudo do processo, já existe um Plano para Recuperação definido com algumas determinações.
A primeira e principal é: a construção não pode iniciar sem a recuperação realizada. Já tem alguns cronogramas para isso (para o Parque Sol da Guanabara, uma das áreas menos afetadas e o primeiro empreendimento, a previsão é de 1 ano a partir do ano passado, provavalmente começando a construção ainda em alguns meses a partir da data desse post).
Existe ainda determinações como estar vedada a utilização de recursos dos lençóis freáticos abaixo do nível de solo, como a água, e diminuição do tempo de exposição dos trabalhadores à contaminação do solo durante a fase de recuperação e de obra.
Com tudo isso, acredito que não há com o que se preocupar inicialmente. A construtora obteve a licença a partir de um Plano de Recuperação viável e bem definido. Mas o contra é: que as obras devem demorar um pouco mais para começarem, podendo até influenciar em possíveis atrasos.
Esperamos que não, assim como esperamos o profissionalismo e pontualidade da empresa, que é tida como a maior construtora do Brasil.
Obrigado pela sua leitura, e continuem ligados em "Meu Reserva Solare".
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